quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

TOP 5 SÉRIES HISTÓRICAS

dezembro 15, 2021 0 Comments
Depois de alguns dias sumidinha decidi voltar com algumas dicas de séries, e para começar um quadro de posts, séries históricas. Eu particularmente adoro esse tipo de série e sem dúvidas é um dos meus tipos favoritos, nos transportar para um outro tempo, outros costumes e outras culturas é uma forma maravilhosa de entretenimento, e por isso trouxe pra vocês a indicação das minhas cinco séries históricas favoritas!

 





quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

O Que Fazer Nas Férias?

janeiro 21, 2021 0 Comments

Acredito que a maioria dos estudantes já estejam de férias enquanto outros já estejam pertinho de tirar as merecidas férias no trabalho! Por isso fiz essa listinha pra você aproveitar bastante esses dias onde a vontade inicial é ficar o dia inteiro jogado no sofá, comendo besteira e assistindo seriados. Mas depois de alguns dias com esse detox ao contrário, você pode aproveitar algumas dessas ideias:

1 - Ficar em casa e...

• ler aquele livro que está na cabeceira da sua cama criando pó;

• combinar com os amigos de jogar online;

• cozinhar uma sobremesa e, se ficar bom, fazer para alguém especial. Colocar numa embalagem bonitinha e levar na casa da pessoa, ou até mesmo dar pra alguém que mora com você!

• tirar tudo do seu armário e testar novas combinações e peças que você nunca tinha usado e, já que está tudo pra fora, aproveitar pra limpar o guarda-roupa e deixar tudo mais ajeitadinho;

2 - Sair para...

• um parque com alguns amigos e fazer um piquenique;

• uma livraria. Ficar horas vendo capas bonitinhas, folheando os livros do sonho e conhecendo novos autores. E se leitura não é a sua praia, veja a sessão de cd's e dvd's;

• uma sessão de fotos! Não precisa chamar uma galera, mas pelo menos mais uma pessoa já dá pra tirar umas fotos bem mais legais e diferentes do que as selfies de todo dia lá em casa. Ah! E lembrem de ir pra um local bem bonitinho e iluminado!

3 - Viajar para...

• uma cidade vizinha. Viajar não é só ir pra outro país ou para as cidades mais badaladas. Você mora perto de tantas cidades, sempre tem algo diferente por lá. Escolha cidades atípicas para não se estressar com um amontoado de gente (como na praia). Vá na rodoviária e se perca com os diversos destinos!
• casa de um parente ou amigo. Obviamente ligue antes para saber se a pessoa estará disponível pra te receber. Não precisa exatamente dormir na casa da pessoa. Passar lá pra conversar e tomar um café já vai fazer o seu dia (e o da pessoa também!).



E quais são seus planos para as férias?
Até a próxima ♥

quinta-feira, 23 de abril de 2020

A vida se impõe.

abril 23, 2020 0 Comments

 Às vezes a gente leva tanto tempo para tomar decisões que a vida se encarrega por nós.

Dado os últimos acontecimentos da minha vida que (ainda) não pretendo elaborar aqui, tenho pensando bastante nessa máxima de que a vida se impõe. Os dois últimos meses foram bem difíceis, envolvendo problemas de saúde e uma sensação constante de que o pouco de controle sobre vida que tenho fugia, escorrendo por entre os meus dedos.

Tá tudo (quase) bem agora e estou vivendo (mais um) reajuste de rota. Nesse período, voltei a ouvir alguns podcasts para preencher meus dias. Em um dos primeiros episódios do Gostosas Também Choram, da Lela Brandão, ela fala sobre intuição. Mais especificamente, sobre a intuição feminina. E não tem nada de místico nesse papo, pois parte do princípio que a intuição é um sentimento manifestado a partir de uma tomada de decisão, um conhecimento inconsciente pautado em experiências anteriores.



Tal qual a Lela, eu também não usaria o adjetivo ‘intuitiva’ para me definir. Isso porque não costumo confiar muito na minha voz interna antes de qualquer parecer. Fico enrolando, debatendo o assunto incessantemente e pedindo conselhos nas sessões de terapia e/ou com pessoas próximas. Tudo sob o pretexto de ‘respeitar meu tempo’.

Até que a vida se impõe e a escolha é tomada por mim.

Na maioria das vezes, o resultado é aquele que esperava – ainda mais depois de tanto refletir sobre todos os cenários possíveis e imagináveis. Mas eu não tive agência sobre a situação, entende? Não tomei as rédeas da minha própria vida e disse ‘é assim que quero que aconteça’.

Esse é um dos pontos de atenção que levantei recentemente. Especialmente quando o assunto são aquelas decisões mais importantes e sérias – aquelas mesmas, que reajustam rotas e mudam os caminhos que seguimos. Quero confiar mais no meu discernimento nesses raros momentos que a vida nos proporciona um gostinho de ter controle sobre a situação.

No podcast, a Lela comenta sobre como a experiência masculina é diferente e a gente mal fala sobre ‘intuição masculina’ pois os homens crescem aprendendo a confiar em si mesmos, num geral. Eles simplesmente sabem – não confabulam, não passam pelo aspecto intuitivo da tomada de decisão, não precisam de (tanta) validação. Porque seria tirar deles o poder de escolha. Como mulher, esse processo é um pouco mais complexo – individualmente e coletivamente. E, talvez, parte da minha insegurança em relação à intuição venha daí: num geral, temos as nossas escolhas descredibilizadas, questionadas e até mesmo zombadas.

Ao invés de ouvir a voz dentro da minha cabeça que duvida de mim mesma e quer me calar, tenho tentado ouvir aquela outra voz, mais fraquinha e tímida, que fala “Quando você passou por tal coisa tal coisa aconteceu… E se a gente fizesse assim?”. Ainda é um esforço ativo, mas tudo nessa vida precisa de prática, não é?

Tenho fé que, logo menos, esse esforço vai se transformar em um movimento mais fluido e natural, que vou parar de confiar tanto nas vozes externas pra validarem as minhas escolhas.

E simplesmente confiar em mim mesma.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Flores para Algernon: o melhor livro de todos os tempos

fevereiro 13, 2020 0 Comments

 A mybest (um site incrível de recomendações de produtos e serviços), me convidou para falar sobre o melhor livro de todos os tempos. E é claro, que eu não perderia a chance de panfletar Flores para Algernon mais uma vez

Charlie Gordon é um homem de 32 anos que trabalha em uma padaria como zelador e entregador, mas que possui uma deficiência intelectual que não lhe permite ter um QI alto. Ele se esforça e quer ser inteligente, porém não consegue compreender as coisas que acontecem ao seu redor. O fato de querer ser “mais inteligente” fez com que ele fosse escolhido para uma nova cirurgia revolucionária.

Acreditando que os “médicos” irão corrigir o seu cérebro e que também conseguirá melhorar a sua vida após essa cirurgia, ele estava confiante. E depois do procedimento passou a relatar diariamente o progresso em um diário. No início havia vários erros ortográficos e gradativamente vamos notando a evolução do seu estado clínico. E assim, em poucos dias, temos um novo Charlie Gordon! Além de aumentar o QI, ele desenvolveu lembranças e começa a compreender melhor o seu passado e a sua infância.

A cirurgia foi um sucesso e aos poucos ele foi superando todas as pessoas que ele acreditava ser mais inteligente do que ele. O seu sonho era conseguir conversar sobre qualquer assunto sem que ninguém o zombasse. No entanto, por mais que seu desejo fosse ser alguém mais aceitável socialmente, não foi esse o resultado da experiência.

É melhor ser inteligente ou permanecer na ignorância?

Não posso nem dizer que isso é um efeito colateral do procedimento, pois com seu novo intelecto, Charlie passa visualizar uma existência obscura sobre a natureza humana. É a partir daí que o livro traz questões mais profundas, inclusive sobre o existencialismo, pois ele enxerga com transparência a antipatia e inveja que seus colegas sentem ao vê-lo mais engenhoso comparado ao que antes era. A sensação é de que parece inaceitável ver uma experiência ultrapassar todos os objetivos e expectativas e acabar por ser melhor que os próprios cientistas que a criaram. Se antes havia um menosprezo pela ignorância, agora continuava a existir pela inteligência extrema.


Flores para Algernon versa principalmente sobre deficiências mentais, natureza humana, inteligência e afeto. A introspecção em Gordon chegou a tal ponto, que ele começou a questionar si mesmo se não seria melhor ter permanecido na ignorância e não saber a verdade sobre as pessoas próximas a ele.

Até hoje sinto uma dificuldade de colocar em palavras as emoções que experimentei ao ler este livro. Pensei que seria uma leitura arrastada, porém fui surpreendida quando vi que a finalizei no mesmo dia, pois, realmente a narrativa te prende de tal forma com tantos questionamentos e reflexões, que o fator tempo simplesmente desaparece. Além disso, por mais que se trate de uma ficção científica, o autor conseguiu trazer uma história leve e focada na humanidade.

Flores para Algernon: o melhor livro de todos os tempos

Quando Charlie ele conseguiu ter controle da sua mente, pode compreender que nem todas as pessoas que o faziam rir eram seus amigos e também pode ver que as pessoas tiravam proveito da situação e muitas o humilhavam como piada.

Sabemos que precisamos buscar conhecimento, mas com que propósito? Somos constantemente condicionados a ter um objetivo na vida, se não o tivermos já nos julgam sem futuro. Flores para Algernon nos faz refletir em como a falta de empatia e compaixão interfere nesse resultado e busca. Sem dúvidas esse livro entrou para os meus favoritos da vida e irei sempre me lembrar de Charlie Gordon com carinho.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Janeiro, 1.

janeiro 01, 2018 0 Comments

 

Hoje inicia-se a primeira página de um livro em branco, cuja história só cabe a nós e tão somente a nós escrevermos. O final? Não dependerá de ninguém além de nós.
O ano que acabou de partir não foi um dos melhores da minha vida, confesso, mas também não está entre os que lembro com aflição. Foi um ano cansativo e difícil, mas pelo que sou grata por ter aprendido muitas coisas.

Naturalmente o início de um novo ano nos desperta sentimentos de mudança e entusiasmo, mas sejamos sinceros, eles não duram nem até o final do mês. As listas enormes de resoluções se perdem na rotina de sempre e nos vemos fazendo tudo de novo, de novo e de novo.

Eu mesma sou mestra nisso. Esse ano eu não vou fazer listas gigantes de coisas que eu sei que não vou conseguir cumprir, não quero me frustrar quando perceber que falhei miseravelmente. Sendo assim, subdividi meus objetivos em poucas áreas de foco e no decorrer do ano se eu conseguir desenvolver coisas dentro dessas áreas muito que bem, caso contrário não irei me cobrar e nem me autoassolar por isso. São elas:

- família: quero me dedicar mais à minha família em todos os aspectos, desde passar mais tempo de qualidade com eles, como cuidar de fato de todos de todas as formas que conseguir (isso inclui meus amigos querido também).

- Alice: quero priorizar ela em todos os sentidos: educação, memórias afetivas positivas, alimentação, saúde, tratamentos e principalmente os estímulos para ajudá-la em seu desenvolvimento.

- saúde: quero emagrecer, colocar meus exames em dia, investigar e cuidar do que não está legal, manter uma rotina alimentar saudável, fazer atividades físicas, beber bastante água, praticar meditação e iniciar o processo de retirada de carne da minha dieta.

- hobbies: quero ler mais, assistir mais séries e filmes legais, aprender o básico de costura, aprender uma arte manual nova (crochê ou tricô) e me empenhar diariamente na prática de caligrafia (pelo menos uncial, esse ano).

- estilo de vida: quero conseguir manter as minhas coisas e a minha casa organizada sempre, praticar o essencialismo, doar tudo que não uso, manter meu guarda-roupa organizado (!!!) e só com o que eu realmente gosto e uso, evitar a procrastinação e me organizar financeiramente.

E quais são os desejos de vocês para esse ano?


Que esse seja o melhor ano de nossas vidas e que não deixemos nem um único dia de plantar uma sementinha para isso acontecer. Feliz 2018 ♥